As primeiras análises internacionais saíram a 25 de setembro. Elogiam a profundidade e a interface nova, e apontam a curva de aprendizagem, o desempenho e a fórmula familiar.
Com o fim do embargo, a 25 de setembro, saíram as primeiras análises ao Transport Fever 3. A 26 de setembro, o Metacritic dava 83 à versão de PC, com 7 análises, e 77 à versão de PlayStation 5, com 4. A versão de Xbox ainda não tinha nota.
A PCGamesN deu 8 em 10. Destaca uma renovação profunda, com mecânicas mais ricas, o novo sistema de contratos e mais polimento do que em qualquer jogo anterior da Urban Games. Do lado negativo, aponta uma fórmula que não se reinventa e a saída do Steam Workshop, já que os mods passam para o mod.io.
A GameSpew também deu 8 em 10, a jogar na PlayStation 5. Gostou de um jogo relaxante, em que a profundidade depende de quanto queres mergulhar nele. Criticou a interface nas consolas, que às vezes fica pesada, e alguma dificuldade em construir estradas e linhas com precisão.
A Hardcore Gamer deu 4 em 5. Elogia a sensação de progresso e a logística profunda, diferente de um construtor de cidades. Aponta uma curva de aprendizagem íngreme, problemas de desempenho mesmo em computadores potentes e áudio repetitivo.
A But Why Tho deu 8,5 em 10, a nota mais alta deste grupo. Sublinha a interface bem melhor, mais acessível a quem começa, e as dezenas de indústrias e tipos de carga. Critica as missões da campanha, que são lineares e obrigam a carregar um jogo gravado quando algo corre mal.

Há pontos em comum com o que vimos nas nossas primeiras horas com a versão de imprensa: um início mais exigente, o desempenho ainda por afinar e um som muito parecido com o do Transport Fever 2. A nota geral, porém, é positiva: é o Transport Fever mais completo até agora.





